I
"Vou passar a rasgar poesias, lançá-las ao fogo, afogá-las em águas profundas e escuras, não quero mais saber letras, poemas, sonetos, canções e tudo mais, os livros já estão todos empoeirados, alguns se desmancham no tempo, objetos vis que decoram minha estante torta.
"Vou passar a rasgar poesias, lançá-las ao fogo, afogá-las em águas profundas e escuras, não quero mais saber letras, poemas, sonetos, canções e tudo mais, os livros já estão todos empoeirados, alguns se desmancham no tempo, objetos vis que decoram minha estante torta.
Os sentimentos vou colocá-los num liquidificador e triturá-los, depois jogar pelo ralo.
Começarei agora, talvez eu passe horas a fazê-lo, dias, semanas, meses, talvez a vida toda. Isso faz sentido? O resto do resto da vida assassínio. Não sei... Existe uma perseguição estapafúrdia de meus pensamentos, concluo que não há assassinato perfeito, senão eu própria a me assassinar. E acho que não quero morrer agora..."
II
"Bruxas e Fadas, qual a diferença?
Trago uma fada 'gravada' em mim, ou será uma bruxa?
Sei que as duas adoram voar..."
III
"Que poderia eu ter feito de mais grave além de amar-te?
Se longe, quero perto, se perto, quero junto, se junto, quero dentro..."
IV
"E os pássaros selvagens sempre vão embora quando acabam de comer o milho posto. Cative-os e não deixe faltar alimento, do contrário eles sempre terão os céus..."
Thamára M.
II
"Bruxas e Fadas, qual a diferença?
Trago uma fada 'gravada' em mim, ou será uma bruxa?
Sei que as duas adoram voar..."
III
"Que poderia eu ter feito de mais grave além de amar-te?
Se longe, quero perto, se perto, quero junto, se junto, quero dentro..."
IV
"E os pássaros selvagens sempre vão embora quando acabam de comer o milho posto. Cative-os e não deixe faltar alimento, do contrário eles sempre terão os céus..."
Thamára M.


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